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  HOMENAGEM A UM GRANDE E QUERIDÍSSIMO AMIGO!!!

 Meu (en)cantador!!!

 Presentes recebidos são vistos pela qualidade. Em meu aniversário, hoje, recebi alguns de peso! De qualidade mesmo!

 Jamais me importará na vida quantificar pela mera soma, mas valores imateriais são tudo...

 Olho seu lindo rosto, ouço sua incomparável voz e sinto...

 tantas coisas, lindo Casé!

 Que a sua homenagem foi dos presentes de maior peso e qualidade!

 Que a sua linda voz cantará e encantará por muitos cantos e através de muitos cantos!

 Desfira sobre mim, como sempre faz, o golpe do seu carinho, da sua ternura, das suas sensações brotadas na imortalidade da alma!

 E desfira, sim, sobre mim, especialmente, o golpe, quase fatal, da sua voz...

 (escrito em 16/09/2006)

"Aos nove anos de idade, Casé Henrique já ouvia Elis Regina, Taiguara, Claudette Soares, Gal, Bethânia e não entendia o porquê do gosto tão apurado pela música, já que seus companheiros de infância ouviam outros ritmos musicais. A pouca idade não o deixava perceber que tudo já era um aprendizado e que quase todos os seus ídolos se tornariam seus amigos no futuro. Um dos fatos mais importantes na carreira de Casé foi ter convivido com Taiguara, um de seus maiores incentivadores. Quando adolescente, participou do concurso de Karaokê e chamou atenção de todos cantando "A noite do meu bem ", de Dolores Duran. Começou a colecionar várias apresentações: Melhor intérprete no IV Festival da UERJ em 1990; Projetos RioArte; Maratonas Culturais/Funarte; Show "O cantor é assim" (Mistura Fina/RJ); Shows realizados na FUNARJ: “Águas de Maio”, “Paixão”, “Uma só voz”, “Manias” e shows em casas noturnas. Em 1995, Casé Henrique alcançou maior notoriedade ao participar do espetáculo "ELIS,50", promovido pela Associação Brasileira ELIS EM MOVIMENTO, dirigido por André Valli e Sandra Pêra, no Teatro Carlos Gomes/RJ, em homenagem ao cinquentenário de Elis Regina. Casé Henrique, incentivado por Valli, escreveu sua primeira peça em 1998, "Esculaxo, um show diferente", musical encenado em teatros e em cidades do interior do Rio de Janeiro. No final de 2002, Casé Henrique gravou seu primeiro CD " Em plena contra mão ", cujo repertório inclui duas músicas inéditas do amigo Taiguara e a participação especial de Claudette Soares na música "Júlia", de sua autoria

Durante as gravações, Casé Henrique fez uma curta temporada no Teatro Armando Gonzaga – FUNARJ, homenageando Taiguara. Nas apresentações, relembrou canções jamais esquecidas como Hoje, Viagem e incluiu as inéditas Ave menina e Levante do borel – que estão no seu CD. No mesmo período, Casé Henrique conheceu o músico Ricardo Govea, mexicano de Guadalajara que já trabalhou com o cantor Alejandro Sanz. Govea, impressionado com a forma de Casé interpretar, viabilizou a gravação de duas músicas inéditas em espanhol para o seu próximo CD.

Devido à sua desenvoltura com o sotaque mexicano e força interpretativa nas canções, Casé Henrique passou a ser tocado na Rádio de La Universidad de Guadalajara, uma das mais importantes do país. Com o grande sucesso, o cantor foi convidado pelo diretor artístico, Juan Carlo, para se apresentar nas festividades de aniversário da Rádio, em outubro de 2004."

(fonte: http://tramavirtual.uol.com.br/fas.jsp?id=768577)

 



Escrito por Barbara Carvalho às 00h09
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 SEGUNDO

 

 Aproxima-se a comemoração do segundo ano.

 Segundo ano de fantasmas e dores;

 tal uma ficção.

 Quais vícios, quais cores seriam os motivos?

 não vislumbro nada.

 Não há nada a comemorar, como não haveria

 mesmo se tudo hoje fosse diferente...

 Do havido, nada se recupera...

 O pesadelo nasceu... somente para não acabar...

 

 (22:08h de 26/02/2007)

 

 

 



Escrito por Barbara Carvalho às 23h46
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                 DESNUDAR                 

 

 Desfiz-me de todas as amarras,

 até daquelas que não me incomodavam.

 Afastei-me de qualquer desconforto para

 desnudar-me dos pensamentos todos.

 Mesmo daqueles que não me incomodavam.

 Retirei de mim cada nó, cada brinco,

 cada quadro de memória...

 Pus-me a sua frente, tal adolescente

 que não consegue dizer nada...

 Prostrei-me após, a contemplar o vazio...

 Silêncios dizem tudo...

 Precipitei-me, talvez, em cada gesto, cada palavra...

 por entender que a vida passa sem pedir licença,

 que o sol arde e cai a cada dia...

 

 (escrito às 21:30h de 08/03/2007)

 

 



Escrito por Barbara Carvalho às 23h21
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 PROCURO

 Procuro você, procuro você, procuro...

 As bocas são outras...

 Os braços, nunca os mesmos...

 A pele, jamais a sua...

 Para onde foi você?

 Para onde seus lindos olhos?

 Saíram dos cativos recônditos da minha memória?

 Saíram das nuances secretas do amor que sinto?

 Tanto! Tanto!

 Não encontro você...

 Não encontro além de dentro de mim... paradoxalmente!

 Insisto!

 Procuro você, procuro você, procuro...

 

 (Escrito em 26/02/2007 – 22:12h).

 



Escrito por Barbara Carvalho às 09h21
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