“O que se vive e o já vivido”
Vivemos de histórias postadas a cores,
vivemos de lágrimas vertidas calmamente.
Vivemos de risos debochadores
e de anseio por não errarmos novamente.
Que postamos histórias em branco e preto,
que vertemos lágrimas tresloucadamente.
Que sorrimos risos em esboceto
e ansiamos, e, erramos, irremediavelmente.
E por tantas travessias não queridas
e por tantas agonias aquinhoadas,
vale vivermos como agora...
por travessias mais floridas...
agonias: sequer lembradas...
é que vale afastarmo-nos de outrora...
(manhã, mais que florida, de 02/08/2007)