EM REVOADA
Não esqueci da revoada das andorinhas,
Do cair das tardes,
Do calor dourado das águas, querida Cecília!
Nem olvidei que as devo retratar para você...
A pirâmide de Tao conduz-me ao meu destino,
graças a você, minha querida!
Tem algo de genético nessas aves que migram de região à outra;
tem algo de genético em nós que migramos de lá para cá.
Andorinhas, somos, se isso não ocorrer, não sobrevivemos...
Partem em busca do alimento – espetáculo indescritível!
E retornam ao cair da tarde.
Atravessam a queda d’água para retornar ao ninho,
como se uma fossem,
como somos nós: singularmente uma!

MARIA CECÍLIA: NESTA PÁSCOA, A PAISAGEM QUE HÁ EM TEUS OLHOS! TE AMO MUITO!
Escrito por Barbara Carvalho às 23h02
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